26/05/2026 11h03
Foto: BBM - Divulgação
A BBM Logística iniciou a estruturação de uma frente dedicada à sustentabilidade e à construção de soluções logísticas de menor emissão de carbono. Como parte desse movimento, a companhia aderiu ao The Climate Pledge, criou um comitê interno voltado à agenda ambiental e ampliou os testes com veículos elétricos nas operações urbanas e de distribuição.
A companhia passou a integrar o grupo de empresas signatárias do The Climate Pledge, compromisso global cofundado pela Amazon e pela Global Optimism que tem a meta de neutralizar suas emissões de carbono até 2040 — dez anos antes do prazo estabelecido pelo Acordo de Paris. Entre os compromissos assumidos pelos signatários estão a medição e divulgação periódica das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), a implementação de estratégias de descarbonização e a compensação de emissões residuais.
Nesse contexto, a BBM criou um comitê voltado à consolidação de diretrizes e iniciativas relacionadas à sustentabilidade e à redução de emissões em suas operações. A proposta é integrar diferentes áreas do negócio na construção gradual de soluções logísticas mais eficientes e sustentáveis.
“Queremos deixar de atuar apenas de forma reativa e passar a levar ao mercado soluções sustentáveis estruturadas. É um movimento importante para posicionar a BBM como um operador logístico preparado para as novas demandas do setor”, afirmou o diretor corporativo de Operações da BBM Logística, Luís Felipe Günther Bastos.
Recentemente, a BBM incorporou o oitavo veículo elétrico à frota, que inclui vans, caminhões leves e um triciclo, utilizados principalmente em operações urbanas e entregas de distribuição. Segundo Bastos, os veículos têm papel estratégico no desenvolvimento de conhecimento operacional e na avaliação da viabilidade técnica e econômica dos modelos para diferentes tipos de operação.
“A viabilidade de operações com veículos elétricos ainda exige construção colaborativa com os clientes, independentemente do setor, seja indústria, varejo ou marketplaces. O custo de aquisição ainda é mais elevado e a infraestrutura no Brasil segue limitada, mas é um caminho sem volta e que precisa ser desenvolvido”, ressaltou o executivo.