06/05/2026 09h17
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A operadora ferroviária Rumo permanece entre as companhias reconhecidas por importantes índices de sustentabilidade do mercado de capitais, o Dow Jones Best-in-Class (DJ BIC), nas carteiras Global e de Mercados Emergentes, e o Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3 (ISE). A presença nos índices reforça a consistência da agenda ESG da Companhia e o papel chave da ferrovia como infraestrutura essencial para o desenvolvimento do país.
A Rumo integra o ISE B3 desde 2021 e, pelo terceiro ano consecutivo, permanece nas carteiras Global e de Mercados Emergentes do Dow Jones Best-in-Class, sendo a única operadora logística brasileira presente em ambas. As duas seleções resultam de processos rigorosos de avaliação, conduzidos por instituições independentes, que medem o desempenho das empresas em práticas ambientais, sociais e de governança corporativa.
"A permanência nos principais índices de sustentabilidade reflete uma agenda ESG integrada ao nosso modelo de negócios. A ferrovia é, em essência, uma solução estruturalmente sustentável: mais segura, mais eficiente e com menor intensidade de carbono. Sustentar esse reconhecimento ano após ano demonstra disciplina e consistência na execução da estratégia", afirma Felipe Saraiva, gerente executivo de Sustentabilidade e Relações com Investidores da Rumo.
Vetor de descarbonização
A matriz de transportes brasileira ainda é fortemente dependente do modal rodoviário, o que limita a competitividade logística do país e amplia as emissões do setor de transportes. A ferrovia é a alternativa estruturalmente mais eficiente: o transporte ferroviário emite cerca de 8 vezes menos CO₂ por tonelada transportada do que o rodoviário e oferece maior escala e competitividade para o escoamento do agronegócio e da indústria.
Em 2025, a Rumo reduziu em 3% suas emissões específicas de gases de efeito estufa, refletindo ganhos de eficiência energética, e evitou a emissão de aproximadamente 7,3 milhões de toneladas de CO₂e se todo volume de 2025 fosse transportado por caminhões.
"A cada tonelada adicional que transportamos na ferrovia, contribuímos para um Brasil mais competitivo e menos intensivo em carbono. A construção da Ferrovia do Mato Grosso, que inaugura seus primeiros 160 km em 2026, é parte concreta dessa contribuição: nos aproximamos do coração da produção agrícola no estado, levando os benefícios do transporte ferroviário a uma das regiões mais estratégicas do agronegócio brasileiro e reforçando o papel da ferrovia como infraestrutura essencial para o desenvolvimento e a descarbonização do país", destaca Saraiva.