02/05/2026 08h14
Foto: Divulgação
O setor de self storage segue crescendo no Brasil e reforçando seu papel como solução estratégica para o cotidiano urbano e para as novas tendências do mercado imobiliário. De acordo com levantamento da Brain Inteligência Estratégica referente ao quarto trimestre de 2025, o número de boxes atingiu 223.999 unidades no país, avanço de 3,2% em relação ao mesmo período de 2024. O número de operações também cresceu, chegando a 613 unidades em funcionamento, distribuídas por 112 cidades brasileiras. A área bruta locável (ABL) total do setor alcançou 1,93 milhão de m².
A GoodStorage, especialista no setor de espaços para armazenagem, se destaca nesse cenário com um portfólio de 72 ativos, que somam mais de 500 mil m² de área locável. A empresa oferece soluções sob medida para públicos diversos, com 55 unidades de self storage, oferecendo praticidade e espaço extra para indivíduos e famílias que buscam otimizar seus lares, guardar pertences durante mudanças ou reformas, ou simplesmente organizar itens sazonais e de pouco uso, além de pequenos empreendedores que necessitam de um local flexível para estoque ou guarda de materiais e equipamentos.
A empresa possui ainda 8 galpões flexíveis e 9 galpões urbanos, infraestrutura que atende às necessidades de empresas que precisam operar de forma mais eficiente e estrategicamente posicionadas na cidade de São Paulo, apoiando a logística e a distribuição de produtos de diferentes perfis, seja um e-commerce pequeno ou médio ou empresas que já possuem grandes operações.
A maior demanda do mercado segue concentrada em espaços pequenos. Boxes de até 3 m² representam 37% da oferta nacional e registram vacância de 21,9%. Já as metragens entre 4 m² e 15 m² concentram 51,1% do mercado, com vacância entre 18,5% e 18,7%. Em contrapartida, os boxes acima de 50 m² representam apenas 2,2% da oferta e têm vacância de 2,3%.
“Estamos vivendo uma reorganização do espaço urbano. As pessoas precisam de soluções flexíveis e seguras para lidar com a redução dos imóveis, a mobilidade urbana e os novos formatos de trabalho e consumo. O self storage deixou de ser um produto de nicho para se tornar parte da infraestrutura das cidades”, afirma Thiago Cordeiro.
O crescimento do e-commerce no Brasil é um dos vetores que impulsionam a procura por armazenagem urbana. Pequenos e médios lojistas que antes operavam de casa ou em regiões periféricas agora buscam espaços estratégicos e bem localizados. A proximidade com o cliente final reduz prazos e custos de entrega, e posiciona o self storage como solução logística dentro da malha urbana.
A infraestrutura das unidades acompanha esse novo patamar de exigência. Câmeras de vigilância estão presentes em 95,4% das operações do país, seguidas por alarmes (88,9%) e acessos exclusivos (81,5%). Na GoodStorage, segurança é um diferencial: todas as unidades contam com vigilância 24h, controle de acesso por biometria e senha, além de sistemas integrados para monitoramento em tempo real.
“A experiência do cliente precisa ser simples e segura. Isso vale tanto para quem aluga um box de 1 m² quanto para o empreendedor que opera um e-commerce em um dos nossos galpões urbanos. Nosso objetivo é facilitar a vida desses públicos, oferecendo conveniência e agilidade com tecnologia de ponta”, completa Thiago Cordeiro, que também é presidente da ASBRASS.
Com um modelo de negócio ágil, escalável e conectado à realidade urbana, a tendência é que o setor siga em expansão nos próximos anos, consolidando o self storage como solução relevante na logística de última milha, no e-commerce e no dia a dia das famílias brasileiras. “O self storage se integra ao funcionamento da cidade. É parte do ecossistema que sustenta o novo consumo urbano: mais digital, mais ágil, mais localizado”, conclui Thiago.